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20/01/2017

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Mais sete Municípios cearenses têm Situação de Emergência reconhecida em função da seca; CNM alerta para situação

Portaria publicada nesta sexta-feira, 20 de janeiro, reconheceu a Situação de Emergência (SE) em seis Municípios do Ceará, ampliando para mais de 30 cidades no Estado apenas neste ano. No Brasil, o número já ultrapassa 55 Municípios. A capital do Estado, Fortaleza, está entre as cidades afetadas, o que representa um alerta em relação à gravidade da realidade enfrentada pela região Nordeste.
 
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) vem alertando que a seca é um dos grandes problemas enfrentados pelos Municípios no Brasil, já fortemente impactados pela falta de recursos. Em 2016, se estimava que a falta de água afetava mais de 25 milhões de pessoas e a situação tem se tornado mais crítica a cada ano. No Nordeste, a região que mais sofre com a situação, a seca já foi declarada como a pior dos últimos cem anos.
 
O cenário de racionamento de água e utilização de carros-pipas para o abastecimento, antes uma situação predominantemente relatada em Municípios situados no interior do Brasil, atinge atualmente capitais e o Distrito Federal. Nesta semana, Brasília iniciou o primeiro racionamento de água da história da capital. A medida não tem prazo para acabar.
 
Além da capital cearense, estão entre os Municípios incluídos nessa nova publicação: Aquiraz, Eusébio, Horizonte, Itaitinga, Maracanaú e Maranguape. A lista se soma à divulgada nesta quinta-feira, 19, que abrangiam os Municípios de Abaiara, Antonina do Norte, Aracoiaba, Catarina, Cedro, Choró, Ipaporanga, Itapiúna, Jaguaruana, Meruoca, Milagres, Nova Olinda, Nova Russas, Pacajus, Pindoretama, Pires Ferreira, Quixelô, Quixeré, Reriutaba, Russas, Santana do Acaraú, São Gonçalo do Amarante, Tabuleiro do Norte, Umirim e Várzea Alegre.
 
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Se por um lado Municípios sofrem com a estiagem e a seca, outros enfrentam os impactos das fortes chuvas e das enxurradas. O Rio Grande do Sul é um dos Estados mais afetados. Rolante passa pela pior situação da história do Município, especialmente após o rompimento de um açude.  Na capital de São Paulo, casas foram soterradas após o deslizamento de terra. De acordo com o Corpo de Bombeiros, há ainda a possibilidade de novos deslizamentos.
 
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