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18/04/2017

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CNM participa de encontro em Alagoas para debater implantação do prontuário eletrônico

A decisão do Ministério da Saúde em adotar o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) preocupa centenas de gestores em todo o país; seja pelas dificuldades técnicas ou mesmo financeiras. Na última segunda-feira, 17 de abril, a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) reuniu os prefeitos do Estado e convidou a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) a fazer parte dos debates.

O sistema, já adotado em redes privadas, deverá ser obrigatoriamente implementado nos Municípios nos próximos anos, segundo determinação da pasta. Ele é um tipo de boletim que faz o registro individual dos atendimentos de cada usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Porém, como sinalizou a área técnica de Saúde da entidade, os gestores municipais frequentemente esbarram na falta de recursos. “Os Municípios menores não têm condições para arcar com as despesas, para adquirir esses computadores, fazer a manutenção desses computadores, capacitar os profissionais e fazer a melhoria na qualidade da assistência da atenção desde a implantação de um sistema informatizado”, disse a área técnica da CNM.

O presidente da AMA, Hugo Wanderley, comentou que não há resistência por parte de prefeitas e prefeitos para implantação do sistema. Entretanto, revelou que mais de 80% das cidades alagoanas ainda não conseguiram adotar o PEC devido às questões financeiras e técnicas. Diante desse cenário, o Ministério abriu novas datas para os Municípios se justificarem formalmente e apresentaram as dificuldades.

Durante o encontro a CNM lembrou ainda que o órgão precisa subsidiar a implantação do PEC, mas também disponibilizar recursos para que ele possa ser mantido ao longo dos anos.

Agência CNM, com informações da AMA

 

 


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