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11/04/2017

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Em evento, TCU aborda impactos de acórdão para cidades patrimônios mundiais

A programação do 3º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial continua na tarde desta terça-feira, 11 de abril. Dezenas de gestores municipais e representantes da área de Turismo lotaram auditório para assistir a palestra que aborda os impactos de um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) às cidades patrimônio mundial.

O diálogo foi conduzido pelo representante da Secretaria de Controle Externo do Desenvolvimento Econômico do Tribunal, Fernando Dorna. Ele iniciou sua apresentação mostrando a relação existente entre o turismo e as cidades com patrimônios mundiais.

Dorna trouxe alguns números, que revelam que os países com patrimônios históricos recebem mais turistas e, em seguida, falou a respeito da realidade brasileira. Segundo ele, o Brasil ocupa a primeira posição mundial no número de atratividades turísticas, “o que é muito positivo, pois revela o nosso enorme potencial. Por outro lado, os números também apontam a quantidade de cidades que efetivamente trabalham seus patrimônios adequadamente”, disse.

No entendimento do auditor, esse descompasso revela os gargalos existentes nas políticas públicas da área, que precisam ser detalhadas. O Acórdão 3.155/2016 vem justamente para normatizar quais são as atribuições dos Entes federados sobre o tema, exigir um planejamento de ações e orquestrar uma política nacional de gestão do patrimônio mundial da humanidade.

Após comentar alguns trechos do documento, Dorna voltou a falar sobre a realidade brasileira, destacando características do turismo brasileiro. “O que é mais importante, é que nós temos um mercado interno forte, nós temos uma base de Turismo muito boa. E isso pode alavancar o potencial turístico apresentado no estudo”, afirmou.

Benefícios

Também foram mencionados no painel os benefícios em trabalhar o turismo nas cidades históricas. Entre eles, a projeção internacional, com maior visibilidade para o Município; a melhora na qualidade dos ambientes urbanos; o aumento do fluxo turístico; possível atração de doadores privados, além da geração de renda e empregos.

O 3º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial continua com apresentações sobre como alavancar o setor e promover um futuro positivo para essas cidades. 

 

 


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