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08/08/2017

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Estados apresentam crescimento da atividade industrial de maio para junho

De maio para junho, a atividade industrial nacional apresentou crescimento em nove dos 14 locais pesquisados. De acordo com os Indicadores Conjunturais da Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mesmo com a variação nula, a maior parte das regiões pesquisadas mostraram expansão na produção, com destaque para Rio de Janeiro, Amazonas, Pernambuco e Minas Gerais.

Em relação a junho de 2016, a indústria cresceu em oito dos 15 locais pesquisados. Nessa comparação, o Espírito Santo assinalou a expansão mais intensa, impulsionada, principalmente, pelos avanços registrados por indústrias extrativas – minérios de ferro pelotizados ou sinterizados. Também por produtos alimentícios, como bombons e chocolates em barras, açúcar cristal, carnes de bovinos frescas ou refrigeradas e massas alimentícias secas.

Ceará, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul também assinalaram taxas positivas acima da média nacional  de 0,5%. Paraná, Goiás e Amazonas completaram o conjunto de locais com crescimento na produção no mês de referência.  

Recuo
Com poucas exceções, a região Nordeste obteve resultado negativo. A Bahia registrou o recuo mais elevado, por conta do comportamento negativo dos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis – óleo diesel, naftas para petroquímica e óleos combustíveis. Além disso, a metalurgia – barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre – também influenciou o resultado.

No indicador acumulado para o período janeiro-junho, o acréscimo observado na produção nacional alcançou 10 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais. Juntamente com Rio Grande do Sul, Amazonas, Goiás, Ceará e Pernambuco.

Dinamismo
O maior dinamismo foi influenciado por aspectos relacionados à expansão na fabricação de bens de capital, em especial aqueles voltados para o setor agrícola e para a construção; de bens intermediários, minérios de ferro, petróleo, celulose, siderurgia e derivados da extração da soja; de bens de consumo duráveis, automóveis e eletrodomésticos da linha marrom; e de bens de consumo semi e não duráveis, calçados, produtos têxteis e vestuário.

Agência CNM, com informações do IBGE


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