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18/05/2017

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Gestores e especialistas expõem suas experiências com desenvolvimento de Cidades Inteligentes

Aliar tecnologia e informatização com o social é um dos segredos para se desenvolver uma cidade inteligente. A fórmula para conseguir esse conjunto foi o principal tema da plenária Cidades Inteligentes, promovida na manhã desta quinta-feira, 18 de maio, durante a XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

Os convidados a palestrar se dividiram em três temas de painéis: promoção das cidades inteligentes; experiência local de inovação; e software público brasileiro. A ideia é que, dessa foma, temas que representam os principais desafios dos Municípios brasileiros, a pensar demandas estruturais relacionadas ao meio ambiente, mobilidade urbana e geração de energia, estivessem contemplados.

Os palestrantes representavam experiências de governos locais, empresas e entidades envolvidos com ao planejamento urbano e sustentável de cidades. Este foi o caso, por exemplo, do diretor-executivo da Arnaiz & Partners, Leopoldo Arnaiz, urbanista e professor universitário.

Segundo ele, o uso de tecnologia tem que caminhar junto com a criação de cidades inteligentes e pairam sobre a organização social. “Os aspectos físicos e sociais tem que se estruturar para o desenvolvimento da cidade”, disse ele.

Para Arnaiz, a administração de um Municípios tem que ser pensada de forma integrada, definindo uma estrutura de organização da administração com áreas base – política, jurídica financeira e seguridade – e áreas de desenvolvimento – econômica, social, urbanística e serviços urbanos.

Experiência local
A prefeita da Monteiro Lobato (SP), Daniela de Cássia, foi uma das convidadas a expor a experiência de desenvolvimento de cidade inteligente que coordenou em seu Município. Chamado de Cidade inteligente, humana e encantada 2030, o projeto foi executado para a cidade de 4,5 mil habitantes com primor.

Segundo ela, foram executadas 22 iniciativas para o desenvolvimento humano e sustentável da cidade, o que incluiu inclusive convênios com universidades da região. Entre as ações propostas, estava a sistematização do almoxarifado da Saúde, por exemplo.

Segundo ela, muitos prefeitos reclamam que o conceito de cidade inteligente só é aplicável a cidades de médio e grande porte. Mas, se estiver disposto a experimentar e acreditar, disse ela, é possível fazer acontecer em qualquer tamanho de Municípios.

“Existe recurso sim, precisamos é ter bons projetos e ter visão”, afirmou ela.


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