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18/07/2017

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Plenária de encerramento do Seminário Agenda 2030 discute capacitação municipal

Última plenária realizada durante o Seminário Agenda 2030, promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) nesta terça-feira, 18 de julho, O Desenvolvimento de Capacidades para a Implementação, Monitoramento e Avaliação dos ODS formou uma mesa de debates com objetivo de discutir possíveis estratégias de capacitação municipal em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Lançados em 2015 pelas Nações Unidas, os ODS trazem 17 objetivos, diluídos em 169 metas e 241 indicadores. Eles irão conduzir as temáticas ligadas ao desenvolvimento sustentável até 2030, por esse motivo a agenda da qual eles fazem parte recebe o mesmo nome.

Mediada pelo consultor da CNM, Santiago Gallo, o debate foi protagonizado pela idealizadora da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação, Marcia Joppert, pelo presidente da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Francisco Gaetani, e pelo coordenador do Programa Nacional de Capacitação das Cidades do Ministério das Cidades, Paulo Coelho Avila.

Realidade municipal

Gaetani explorou em sua fala a heterogeneidade do universo municipal, que faz com que políticas globais ganhem especificidades. “Os ODS servem como uma plataforma para todos os países do mundo e, não só, também servem para todas as estâncias de governo do mundo”, disse ele.

“Desenvolver capacidades não é uma coisa que acontece de uma hora para outra. Envolve intercâmbio de experiências, compartilhamento de recursos, articulação local com estadual e nacional”, completou ele, que prometeu auxílio da Enap para coordenação e consultoria na capacitação para desenvolvimento dos ODS nos Municípios.

Já Paulo apresentou o que o Ministério das Cidades vem realizando em termos de capacitação para “tentar melhorar a condição de vida em nossas cidades”. “Não adianta nada os ODS virem de cima para baixo, eles têm que nascer nos Municípios”, afirmou.

Por sua vez, Joppert explicou o processo de desenvolvimento da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação e sua influência no desenvolvimento de capacidades, especificamente na localização dos ODS. “A rede surge pela necessidade de articular ofertas e demandas. Conforme formos desenvolvendo a qualidade das políticas públicas, elas passarão a ser mais demandadas”, disse ela.

 


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