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Mobilização

Municipalista,

Como tem-se mostrado nos últimos anos e pôde ser comprovado durante a mobilização “Não deixem os Municípios afundarem”, a união e o engajamento dos gestores municipais são as principais estratégias para se avançar em pautas importantes aos Municípios brasileiros. Dessa forma, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) convoca os gestores a estarem presentes em Brasília nos dias 12 e 13 de dezembro para pressionar o Congresso Nacional a votar matérias que podem trazer melhores condições de vida à população dos 5.568 Municípios do Brasil.

Importantes etapas foram vencidas nas últimas semanas, mas o movimento municipalista deve se manter mobilizado para avançar em pautas como a que trata da quitação dos precatórios; a que aumenta em 1% o valor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no mês de setembro; a que atualiza a forma de reajuste do piso do magistério; a atualização dos programas federais; e a aprovação da Reforma da Previdência.

Destaca-se que, no caso do sistema previdenciário brasileiro, o déficit crescente traz incertezas em relação ao futuro desse importante sistema de distribuição de renda. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) demonstrou que, em 2016, as contas da Previdência fecharam com o saldo negativo em R$ 227 bilhões. O montante considera os regimes geral e próprio dos servidores públicos.

Para a Confederação, caso não se enfrente mudanças, haverá cada vez menos recursos para as principais políticas sociais e obras que a população tanto necessita. O presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, destaca que a Reforma da Previdência é uma questão de justiça. “Não estamos em uma luta de disputa partidária. Estamos, sim, em uma luta de gestão. Não há como nós, gestores, sermos contra”, afirma.

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