a) ser organizado e bem identificado;
b) ter foco bem definido;
c) atender objetivamente às exigências do agente financeiro,
elaborado de acordo com a fonte da qual se vai captar o recurso;
d) apresentar avaliações e diagnóstico baseados em
pesquisas, dados concretos e estudos que traduzam de maneira clara a real
situação-chave em que se está e a qual é o foco do
projeto;
e) esclarecer os benefícios futuros da aplicação do
projeto, sempre demonstrando dados concretos;
f) justificar sua real necessidade e que sua
implantação/execução dará certo, promovendo
mudanças na comunidade-alvo;
g) fixar um cronograma de execução viável;
h) estabelecer que o projeto seja firmemente acompanhado em cada etapa, com
avaliação permanente da execução do trabalho, a fim
de ter sempre seus índices de medição para uma
possível readequação. como
“pós-execução”, o projeto também deve
inserir características que validem sua autosustentabilidade para
demonstrar sua garantia de continuidade – item, por vezes,
precário nas administrações municipais.
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