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07/01/2019

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Com menor índice, taxa de desocupação fecha em 11,6% no trimestre encerrado em novembro

Carteira trabalho O Brasil fechou 2018 com a maior taxa de ocupação dos últimos anos e a menor desocupação.  Ainda assim, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) indicou 12,2 milhões de pessoas desocupadas, entre setembro, outubro e novembro. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – divulgados no final do ano passado – apontam 93,2 milhões de ocupados e 23,8 milhões de trabalhadores por conta própria, o que foi um recorde.

A desocupação apresentou recuo, em comparação com o trimestre móvel junho a agosto de 2018 e igualmente em relação ao mesmo período de 2017. A população ocupada, segundo comparação feita pela Pnad Contínua, registrou maior número desde de 2012, aumento de 1,2% e de 1,3% – trimestre anterior e ano passado, respectivamente, - o que indica 1,1 e 1,2 milhão pessoas a mais. Os mesmos parâmetros indicaram a taxa de subutilização da força de trabalho em 23,9% e 24,4.

Já a população subutilizada somou 27 milhões, mas apresentou redução de 1,7% e 1,8%, menos 478 e 486 mil pessoas, respectivamente frente ao trimestre passado e ao mesmo período de 2017. O número de desalentadas ficou em 4,7 milhões, o que representa 4,3%. E os empregos com carteira assinada no setor privado somaram 33 milhões, sem considerar os trabalhadores domésticos.

O número de empregados sem carteira assinada foi de 11,7 milhões, o maior da série histórica e subiu em ambas as comparações. O rendimento médio real habitual foi de R$ 2.238 e a massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 203,470 bilhões no trimestre encerrado em novembro, alta de 1,6% em relação ao período do ano anterior.

Da Agência CNM de Notícias, com informações do IBGE


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