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21/07/2015

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Confederação traz novas informações sobre as chuvas da Região Sul

Pref. Itaqui/RSDesde o início de julho, as fortes chuvas continuam assolando a Região Sul do País. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) tem acompanhado a situação das cidades afetadas e divulga novas informações.

Em Santa Catarina, o número de Municípios atingidos pelos temporais subiu de 52 para 59. Vendavais, granizo, chuvas torrenciais e enxurradas fizeram com que 26 cidades decretassem Situação de Emergência e três Estado de Calamidade Pública. Os dados fazem parte de boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual nesta terça-feira, 21 de julho.

Foram sete dias de intensos temporais. O suficiente para atingir 19.590 pessoas, das quais 1.440 ficaram desalojadas e 94 desabrigadas. Além disso, foram registradas duas mortes e oito pessoas se feriram.

No que diz respeito às estruturas, o número de casas destruídas já somam 1.263. Até o momento, 43 instalações públicas também sofreram as consequências das tormentas, dentre escolas e unidades de saúde. Conforme dados divulgados pelo órgão, os prejuízos econômicos já ultrapassam os R$ 12 milhões.

Paraná

Cenário semelhante foi verificado no Paraná. O Estado registrou igualmente elevação de 54 para 67 Municípios atingidos. O número atual de pessoas atingidas é estimado pela Defesa Civil Estadual em aproximadamente 48 mil, quando em um primeiro momento ultrapassou os 51 mil.

Um total de 885 indivíduos está desalojado e 178 ainda estão sem abrigo. Como nota a Confederação, a quantidade de casas danificadas baixou de 4.664 para 3.902 de acordo com o boletim desta terça-feira, 21 de julho. A restauração de telhados permitiu que muitas famílias retornassem às suas casas.

No dia 20 de julho, o governo federal reconheceu Situação de Emergência em 28 Municípios paranaenses afetados pelas chuvas.

Rio Grande do Sul

Boletim divulgado na última segunda-feira, 20 de julho, mostra que 63 Municípios gaúchos foram afetados pelos temporais. Desse total, 26 já decretaram Situação de Emergência.

Dados mais recentes mostram que 2.713 pessoas estão desabrigadas, o que eleva o número de cidadãos afetados para 47.271 em todo o Estado. Moradores que tiveram de deixar suas casas aguardam pela diminuição do volume de água nas ruas para voltar e recomeçar suas vidas.

O que o Município pode fazer

Conforme previsto no Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), o reconhecimento de Situação de Emergência pelo governoAg. CNM federal é o primeiro passo que precisa ser feito pelo Município. A partir da oficialização, o ente pode solicitar recursos para ações voltadas ao socorro, assitência e estabelecimento de serviços essenciais, explica a CNM.

Para solicitar esses recursos, o Município deve mandar um plano detalhado de resposta indicando qual é a necessidade para o repasse. É indispensável aderir ao cartão de pagamento da Defesa Civil, forma exclusiva de repasse de verbas e que pode ser acompanhada pelo Portal da Transparência.

Em casos de eventos de grande intensidade e impacto, a Defesa Civil Nacional pode reconhecer sumariamente a Situação de Emergência ou Estado de Calamidade pública antes que a solicitação seja oficializada pelo ente.


 


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