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25/11/2019

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Cursos gratuitos on-line fomentam indústrias criativas locais por meio da inovação e do empreendedorismo

UFRGSA Secretaria Especial da Cultura e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Neccult/UFRGS) estão ofertando, gratuitamente, o novo curso Inovação e Empreendedorismo em Indústrias Criativas.

Ainda se encontram disponíveis mais seis cursos: Música na Economia CriativaMuseus e PatrimônioDesign na Economia CriativaO setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidadesO setor de games no Brasil: dicas e desafios para empreendedores; e Internacionalização no setor de games.

Os cursos são de modalidade de Educação à Distância (EaD) e as inscrições podem ser feitas a qualquer momento por meio da plataforma. Os alunos podem frequentar mais de um curso ao mesmo tempo e não há prazo determinado para a conclusão. Ao final, os participantes receberão certificado.

Divulgação
Ao reconhecer a importância do estímulo à qualificação dos profissionais das indústrias criativas, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que as prefeituras podem divulgar as oportunidades junto à sua população, haja vista fomentar as cadeias produtivas da cultura no âmbito local.

Além disso, para fortalecer a gestão pública municipal de cultura, a CNM recomenda que os gestores incentivem os profissionais que atuam nos respectivos museus municipais a participarem do curso Museus e Patrimônio.

A economia criativa, no campo da cultura, se estrutura em torno de diversos setores, como, por exemplo: artesanato, moda, editorial, música, dança, teatro, arte digital e patrimônio cultural. De acordo com o extinto Ministério da Cultura (MinC), as atividades criativas respondem por 2,64% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, superando setores tradicionais da economia, como o têxtil, o farmacêutico e o de eletroeletrônicos. Além disso, englobam 200 mil empresas e instituições, geram cerca de 1 milhão de empregos diretos e pagam mais de R$ 10,5 bilhões de impostos diretos, em nível federal.

Diante disso, a CNM compreende que os setores culturais devem ser encarados como estratégicos para a economia nacional. Além de contribuírem para o desenvolvimento econômico – potencializam a geração de emprego e renda e a arrecadação municipal do ISS e da parcela do ICMS que deve ser transferida ao Município -, eles estimulam o desenvolvimento social, tendo em vista a sua capacidade de ampliar o repertório de conhecimentos dos cidadãos e de promover a sociabilidade entre eles.

Quer saber mais? Assista ao Bate-Papo da CNM sobre economia criativa.

Dúvidas? Entre em contato com a área técnica de Cultura por meio do e-mail cultura@cnm.org.br ou pelo telefone (61) 2101-6053.

Da Agência CNM de Notícias


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