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10/07/2018

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MMM e organizações ibero-americanas alertam para violência política contra mulheres

Entre os dias 15 e 18 de maio, a União Iberoamericana Municipalista organizou, em Cuenca, Equador, a VI Cumbre Iberoamericana de Agendas Locais de Gênero, dedicada à discussão dos avanços frente à Agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e dos desafios que ainda restam na busca pela igualdade de gênero na política local. Trata-se de um espaço para distintas organizações trabalharem o viés político e feminino sobre o tema.

Como resultado do encontro, foi apresentado o “Chamado à Ação: As associações de mulheres municipalistas ante a violência contra as mulheres na vida política”, documento redigido após o painel “Visibilizando a violência contra as mulheres na vida política”. A violência política em razão do gênero foi um dos temas mais preocupantes levantados pelas lideranças durante o evento, e o reforço a esse cenário não somente evidencia a vulnerabilidade dos direitos políticos das mulheres, como atenta contra a sua segurança. Nesse sentido, o Chamado é fruto de uma evidenciada preocupação coletiva e com o intuito de buscar o compromisso com ações para erradicação do problema, tão intenso e tão presente na vida daquelas que ingressam na política.

UIM DivulgacaoRedigido com o apoio de representantes da ONU Mulheres e de diversas organizações internacionais, a União Ibero-americana de Municípios (UIM), a Comissão Interamericana da Mulher da Organização do Estados Americanos (OEA) e o Movimento Mulheres Municipalistas (MMM) agora traduzem o documento, reforçando o seu compromisso com a causa e fazendo com que seja acessível a todas as mulheres líderes municipalistas brasileiras.

O MMM adere ao chamado de ação e conclama as mulheres que atuam politicamente em nível municipal, estadual e federal a assumirem também a bandeira de luta pelo fim da discriminação e da violência contra mulheres no mundo da política. Além disso, é importante que as representantes do sexo feminino divulguem o chamado de ação e não fiquem caladas diante das discriminações que sofrem.

Acesse aqui o documento original em espanhol


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