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18/12/2018

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Monitorar e traçar estratégias: Municípios devem reforçar combate ao Aedes aegypti

Pref. Eparaguacu (SP)Dados do Levantamento Rápido de índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) indicam que 504 Municípios apresentam alto índice de infestação, com risco de surto para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Para evitar elevado número de casos de Dengue, de Chikungunya e de Vírus Zika, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda o monitoramento e o planejamento de estratégias de combate a proliferação do mosquito vetor dessas e de outras doenças.

A Confederação destaca ainda o protagonismo dos gestores locais no enfrentamento do inseto, evidenciado no próprio levantamento do Ministério da Saúde. O monitoramento pode ser de duas maneiras, por levantamento de infestação e por armadilhas – utilizado quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente. Ao todo, 5.358 Municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito, o que representa 96,2% da totalidade de cidades, sendo 5.013 por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) e 345 por armadilha.

Além das cidades em situação de risco, o LIRAa identificou 1.881 Municípios em alerta, com o Índice de Infestação Predial (IIP) entre 1% a 3,9% e 2.628 Municípios com índices satisfatórios, inferiores a 1%. Todas as capitais do país realizaram um dos monitoramentos de mosquito: 25 realizaram o LIRAa; e duas, armadilhas. De acordo com os dados do governo, estão com índices satisfatórios os Municípios de Curitiba (PR), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Macapá (AP), Maceió (AL), Fortaleza (CE) e Aracaju (SE).

Alerta
As capitais com índices em estado de alerta, também conforme indica o levantamento do MS, são: Manaus (AM), Belo Horizonte (MG) Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Salvador (BA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS). Para auxiliar os governos regionais e locais nesse enfrentamento, o governo investiu R$ 109,4 milhões na aquisição dos veículos e lançou o Sistema Integrado de Controle de Vetores (SIVector), que disponibiliza informações georreferenciadas para o controle do Aedes aegypti e Aedes albopictus.

No final de novembro, a CNM impulsionou a mobilização nacional de combate ao Aedes aegypti e voltou a alertar os gestores locais para a necessidade de ações, principalmente, de mobilização social para o enfrentamento do mosquito. A entidade recomenda o Livro Municípios contra o mosquito Aedes aegypticom sugestão de ações e estratégias adotáveis conforme a realidade local. O presidente da Confederação, Glademir Aroldi, também reforça que essas iniciativas fazem parte da missão dos municipalistas de “melhorar a vida das pessoas”.

Leia também: Mobilização de combate ao Aedes aegypti ocorre nesta última semana de novembro

Da Agência CNM de Notícias, com informações do Ministério da Saúde


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