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21/10/2016

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Municípios brasileiros inovam e dão exemplo de acessibilidade

Ag. BrasilMais de um bilhão de pessoas viajam todos os anos a passeio. É o que estima a Organização Mundial do Turismo (OMT). Esse número pode ser incrementado se forem oferecidas opções de acessibilidade. Em alguns Municípios brasileiros essa já é uma realidade, que tem atraído cada vez mais turistas.

Portadores de necessidades especiais fazem parte do grupo de beneficiados. O uso de tecnologias aplicadas em estabelecimentos facilita o acesso de pessoas com deficiência visual, auditiva, cognitiva e com mobilidade reduzida. Porém, eles não são os únicos. A acessibilidade também favorece a experiência de idosos, gestantes, crianças e pessoas com dificuldades de locomoção.

Em Salvador, na Bahia, a tradição histórica se mistura com o moderno. Boa parte do centro histórico do Município, que é patrimônio cultural da humanidade, já oferece condições de visita para pessoas com deficiência. Guias rebaixadas, rampas e elevadores são atalhos para escadarias e ladeiras da arquitetura que no passado pouco considerava a pessoa com deficiência.

Localizada na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, Foz do Iguaçu (PR) foi pioneira no turismo de inclusão. A cidade é um dos destinos com maior número de pontos turísticos acessíveis, como as Cataratas do Iguaçu. Os turistas mais radicais encontram até salto de paraquedas para pessoas com deficiência física.

O Rio de Janeiro (RJ) também se tornou um dos destinos brasileiros mais acessíveis no país. Entre outros atrativos, o turista com deficiência consegue acessar o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor. Essa realidade é compartilhada pela capital paulista, onde há mais de 300 atrativos acessíveis. O Memorial da América Latina e o Museu do Futebol são alguns exemplos.

Mais um Município que adotou essa medida foi Fortaleza, no Ceará. A capital lançou, no início deste ano, uma iniciativa que coloca à disposição esteiras e cadeiras anfíbias para idosos, pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. No local, é possível, ainda, praticar vôlei e frescobol adaptados. No calçadão também foram instaladas rampas acessíveis, faixa de pedestre, vagas públicas para pessoas com deficiência e uma academia ao ar livre com estação de exercícios físicos exclusiva para cadeirantes.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) acredita que promover a acessibilidade é uma forma também de estimular o Turismo. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), por meio da NBR 9050, estabelece critérios para a acessibilidade em edificações, mobiliário e espaços e equipamentos urbanos.

Da Agência CNM, com informações da Agência Brasil

 


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