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09/02/2021

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Novo espaço em Brasília (DF) receberá venezuelanos da Operação Acolhida

09022021 operacao acolhida novo centroCom a parceria da Operação Acolhida, da qual a Confederação Nacional de Municípios (CNM) faz parte, um novo espaço em Brasília (DF) - o Centro de Acolhida Casa Bom Samaritano - receberá migrantes e refugiados venezuelanos. O espaço terá como foco o abrigamento provisório para interiorização visando a inserção no mercado de trabalho. O Centro é uma parceria da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Irmãs Scalabrinianas (IMDH) e AVSI Brasil.

A iniciativa busca facilitar a integração socioeconômica dos migrantes e refugiados venezuelanos que estão em Municípios de Roraima, com a realocação voluntária (interiorização) para outras cidades do Brasil. Para se estruturarem localmente e estabelecerem uma vida autônoma, os acolhidos poderão permanecer no abrigo por até três meses, acompanhados da família. O Centro de Acolhida também oferece apoio para deslocamento e integração local com habitação, adaptação, acesso à serviços públicos e documentação.

O projeto tem a parceria da Operação Acolhida, liderada pelo governo federal, com o apoio institucional da Casa Civil da Presidência da República, do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e outras organizações e entidades, como a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Interiorização +Humana
Em abril de 2019, a CNM aderiu à força humanitária da Operação Acolhida, lançando a campanha Interiorização + Humana, que consiste na acolhida humanizada para interiorização de migrantes e refugiados venezuelanos nos Municípios brasileiros. A entidade entende que a descentralização dos venezuelanos – principalmente os da região de fronteira com a Venezuela – e a acolhida humanizada atenta às necessidades dessa população podem ajudar no enfrentamento dessa crise humanitária. 

Dando exemplo, no mesmo mês, a CNM acolheu duas venezuelanas que estavam em Brasília, beneficiárias de um projeto que fornecia abrigo temporário até a inclusão laboral. As duas profissionais seguem integradas na equipe de trabalho da Confederação. Além disso, em outubro de 2019, a entidade assinou oficialmente o protocolo de intenções com o governo federal e agências da ONU para incentivar a acolhida de venezuelanos no Brasil. Para que a interiorização de fato ofereça novas oportunidades aos que deixaram seu país, o presidente da CNM, Glademir Aroldi, defende que haja inserção social e profissional para eles nos Municípios brasileiros.   

Da Agência CNM de Notícias


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