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26/08/2019

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Parceria entre universidade e Ministério da Cidadania oferece seis cursos na área da Cultura

Reprodução siteA Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul ofertam, de forma gratuita, o novo curso Música na Economia Criativa. Além desse, outros cinco também estão disponíveis: Museus e Patrimônio, Desing na Economia Criativa, O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades, O setor de games no Brasil: dicas e desafios para empreendedores e Internacionalização no setor de games.

Os cursos são de modalidade de educação à distância (EaD) e as inscrições podem ser feitas a qualquer momento por meio da plataforma da instituição. Os alunos podem frequentar mais de um curso ao mesmo tempo e não há prazo determinado para a conclusão. Ao fim, os participantes receberão certificado.

Ao reconhecer a importância do estímulo à qualificação dos profissionais, no âmbito da gestão pública municipal de cultura, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda que os gestores incentivem os servidores que atuam, por exemplo, em museus municipais a participarem do curso Museus e Patrimônio.

Os cursos também podem ser divulgados pelas prefeituras para a população, como uma oportunidade de fomentar as cadeias produtivas da música, do design e do audiovisual na região. A economia criativa, no campo da cultura, se estrutura em torno de diversos setores, como, por exemplo: artesanato, moda, editorial, música, dança, teatro, arte digital e patrimônio cultural.

Economia criativa

De acordo com o extinto Ministério da Cultura (MinC), as atividades criativas respondem por 2,64% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, superando setores tradicionais da economia, como o têxtil, o farmacêutico e o de eletroeletrônicos. Além disso, englobam 200 mil empresas e instituições, que geram cerca de 1 milhão de empregos diretos e pagam mais de R$ 10,5 bilhões de impostos diretos, em nível federal.

Nesse contexto, a CNM compreende que os setores culturais devem ser encarados como estratégicos para a economia nacional. Além de contribuírem para o desenvolvimento econômico – pois potencializam a geração de emprego e renda e a arrecadação municipal do ISS e da parcela do ICMS que deve ser transferida ao Município –, os setores culturais ainda estimulam o desenvolvimento social, diante da capacidade de ampliar o repertório de conhecimentos dos cidadãos e de promover a sociabilidade entre eles.

Dúvidas? Entre em contato com a área técnica de Cultura por meio do e-mail cultura@cnm.org.br ou pelos telefones: (61) 2101-6053.

Da Agência CNM de Notícias


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