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21/03/2019

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Prefeito baiano busca saída para o pagamento de precatórios, que consome 11% da RCL

Victor QueirozTer 11% da Receita Corrente Líquida (RCL) destinada ao pagamento de precatórios é um problema que o prefeito de Coaraci (BA), Jadson Albano Galvão, herdou e tenta resolver. “O precatório de março agora resgatou R$ 270 mil do meu FPM [Fundo de Participação dos Municípios], e, ano que vem, vai para 13%. É impossível governar”, disse o gestor durante atendimento técnico na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), na manhã desta quinta-feira, 21 de março.

O municipalista baiano tem buscado saídas para não inviabilizar a gestão, uma vez que a dívida total de precatórios está em torno de R$ 37 milhões. “É impagável isso, estou administrando com o que sobra”, desabou, ao considerar a estrutura administrativa e o tamanho da dívida. Ele está no primeiro mandato, e tem usado todo seu conhecimento na gestão – formação em administração e especialização em políticas públicas e economia regional.

Victor QueirozAo ser atendido pelo supervisor da área jurídica da CNM, Tiago Silva, o prefeito foi orientado a criar meios para aumentar a arrecadação municipal, uma vez que a dívida é de 2015 e já está consolidada. Medidas a serem adotas para promover o crescimento e o desenvolvimento na região foram mencionadas pelo jurista, que aproveitou o caso para alertar aos demais gestores municipais. “Acompanhem de perto as ações para evitar perda de prazos e façam uma boa gestão, inclusive em relação aos servidores”.

Instituição
O prefeito também foi atendido pela equipe institucional, técnica e pela Comunicação da CNM. Uma análise do FPM e das retenções da prefeitura foi feita pelo técnico de Contabilidade da entidade, Marcus dos Santos, e o gestor foi orientado a utilizar os panoramas disponibilizados no conteúdo exclusivo do site. Galvão demostrou bastante satisfação com as orientações recebidas. “Nós precisamos de uma instituição forte, que nos defenda, que seja por nós, e a Confederação faz isso”, afirmou o gestor baiano.

Ele aconselha os demais gestores a aproveitarem os recursos técnicos e humanos disponibilizados. “Quando estiver em Brasília é importante para e vir a CNM para aproveitar ao máximo”, declarou.

Por Raquel Montalvão
Da Agência CNM de Notícias
F
oto: Ag. CNM


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