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18/07/2019

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Prefeito de Alto Garças (MT) busca investimentos para saúde

CNM Acompanhado da vice-prefeita e do secretário de Administração do Município, o prefeito Claudinei Singolano, de Alto Garças (MT), esteve na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM) nesta quinta-feira, 18 de julho. O gestor passou a semana em Brasília para tratar de algumas demandas com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Ministério da Saúde (MS).

Ele aproveitou a estrutura da Confederação, próxima à Esplanada dos Ministérios e aos órgãos do governo federal, para organizar os pleitos e fazer adequações aos projetos. A última vez que esteve na capital foi em março, antes da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Do FNDE, a prefeitura aguarda liberação de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para concluir uma quadra de esportes, destinada à escola municipal.

Já na Pasta da Saúde, Singolano, a vice-prefeita, Adelaide Hermes Ribeiro, e o secretário Carlos Girardello buscaram se atualizar sobre a conclusão de uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A estrutura, que já está bem adiantada, vai atender à população local, especificamente, de um bairro mais carente da cidade, a Vila Morena.

CNM “Estamos investindo muito na saúde, que é o nosso maior problema hoje. De R$ 3 milhões que arrecadamos, aproximadamente, R$ 1 milhão vai para ações de saúde”, compara o prefeito. Atualmente, eles contam com uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e cinco unidades do Programa Saúde da Família (PSF). Há intenção, porém, de adequar as estruturas para realização de cirurgias simples, como catarata.

Peculiaridades
Localizado na região do Alto Araguaia, no sudeste mato-grossense, Alto Garças tem cerca de 12 mil habitantes. Com economia baseada na agricultura e na pecuária, o Município de 3.600 quilômetros quadrados de extensão depende de investimentos da União e do Estado para escoar a produção de soja, milho e algodão. “Somos uma região esquecida, mas de muita produção”, garante o prefeito. Em Mato Grosso, pelas dificuldades com logística, há grande expectativa para pavimentação de trechos como a MT-110, na região de Rondonópolis.

“Estamos aguardando a aprovação das reformas no Congresso e, enquanto isso, tem muita coisa parada. Precisamos de recursos para educação e infraestrutura”, lamenta o gestor. Como alternativa às iniciativas ministeriais, a equipe do Município mato-grossense busca soluções com os parlamentares do Estado. Em razão do recesso, eles deixaram os pedidos nos gabinetes.

Por Amanda Maia
Da Agência CNM de Notícias

 


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