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05/12/2018

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Prefeitos acompanham votações no Congresso e aproveitam para tirar dúvidas na CNM

Prefeito de Ouricuri (PE), Ricardo Ramos De olho no planejamento financeiro de 2019, três prefeitos estiveram na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), na tarde desta quarta-feira, 05 de dezembro.

O prefeito de Ouricuri (PE), Ricardo Ramos, destacou os possíveis impactos orçamentários que os Municípios podem sofrer com as atuais matérias em votação no Congresso Nacional. “Viemos receber as orientações da CNM para encontrar as melhores estratégias para a gestão financeira do Município neste novo exercício que, naturalmente, com a mudança de governo, a gente tem que se preparar.

Já está muito difícil fechar as contas da maneira como está. O maior impacto é na saúde e no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). Estamos com dificuldade de fechar o 13º e a folha de dezembro”, relatou Ramos.

Prefeitos de Coração de Maria (BA), Edimário Paim, e de Ibirapitanga (BA), Isravan Lemos Já os prefeitos baianos de Coração de Maria, Edimário Paim, e de Ibirapitanga, Isravan Lemos, estiveram em Brasília para acompanhar a votação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 124/2018, que dispõe sobre a fixação dos coeficientes de distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Os dois Municípios seriam impactados de forma negativa, com a redução do FPM, caso a matéria não tivesse sido aprovada no Senado. A medida aguarda sanção presidencial. “Aproveitamos a oportunidade de estar em Brasília para vir conhecer a infraestrutura da CNM”, destacou Paim.

“Também viemos saber sobre as prospecções para 2019. Matérias como os royalties, por exemplo, dizem respeito, na sua essência, à vida das pessoas. Por quê? O que é receita para os Municípios? Receita para os Municípios é igual a falar da vida de todo mundo porque todo mundo está nos Municípios. É onde tudo acontece”, defendeu Isravan.

“Quem mais precisa e mais procura o gestor, o prefeito, é justamente quem é mais prejudicado em situações como essas (royalties e redução do coeficiente do FPM)”, concluiu Paim

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Da Agência CNM de Notícias


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