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20/09/2019

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Se não fosse a CNM, nós estaríamos contabilizando retrocessos, afirma prefeito de Içara (SC)

Bianca Galeno / Ag. CNM“Às vezes, a gente faz a conta do que ganha. Mas, se não fosse a presença da CNM, nós estaríamos contabilizando retrocessos”. A compreensão do prefeito de Içara (SC), Murialdo Gastodon, ganhou destaque durante visita à sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM), na quarta-feira, 18 de setembro. Um dia depois da mobilização municipalista no Congresso Nacional, o prefeito avaliou a ação a partir de tal conclusão.

Acompanhado pelo vereador Geraldo Baldissera, o gestor içarense foi recebido pelo conterrâneo e consultor da entidade Hugo Lembeck. “Todas as instituições se organizam. O setor bancário se organiza, a indústria se organiza, o comércio e serviço se organizam e os Municípios precisam perceber a importância que é ter a Confederação unificada”, disse Gastodon, em entrevista à Agência CNM de Notícias.

Ao ser perguntado sobre as conquistas obtidas por meio do movimento municipalista nacional, consequentemente, pela união de gestores locais de Norte a Sul do país, o prefeito reafirmou que muitas vezes os prefeitos e os vereadores avaliam que o ganho foi pouco, mas é fundamental considerar não retrocessos. “Essa blindagem que a CNM faz, nas contas dos Municípios, impede que outros avancem nas receitas tributárias das cidades”, confirmou.

Bianca Galeno / Ag. CNM “Todo o dia, com certeza, há insurgências para se apropriar de mais recursos dos Municípios, que já ficam com a menor parte daquilo que é arrecadado, da receita tributária. A defesa da CNM é nesses dois flancos: blindar as receitas dos Municípios e permitir novos avanços, haja vista que a população mora nas cidades”, afirmou Gastodon.

Trabalho
O entendimento do prefeito soa como reconhecimento ao trabalho e à atuação da CNM no Congresso Nacional, principalmente, mas também no Executivo, no Judiciário e nos órgãos de controle. Por meio da equipe técnica e parlamentar, a Confederação acompanha as proposições apresentadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para identificar todas as matérias com impacto negativo aos Entes locais.

Feito o mapeamento, a entidade atua no sentido de construir alternativas para evitar a aprovação de novas obrigações aos gestores municipais, sem a indicação de recursos para o custeio. Também trabalha para prevenir o avanço de matérias que interfiram na autonomia municipal e/ou que não respeitem as competências estabelecidas pela Constituição Federal de 1988.

Por Raquel Montalvão
Fotos: Bianca Galeno e Marco Melo / Ag. CNM 
Da Agência CNM de Notícias


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